Sobre
Vicco Labs é o nome do que faço fora do meu trabalho em IA generativa: software, escrita, e a tentativa de articular um vocabulário comum entre engenharia e governança.
Passei minha carreira na intersecção entre negócios e tecnologia. Depois de 17 anos dentro de um dos maiores bancos federais do Brasil, fiz uma transição intencional para engenharia e IA generativa, e descobri que meu diferencial é transitar com fluência entre esses dois mundos e entregar soluções concretas.
Hoje sou Especialista em IA Generativa no ASA, implementando e escalando a camada de IA em um ambiente bancário regulado. Anteriormente, no Itaú Unibanco, atuei na primeira IA conversacional do Brasil para investimentos no varejo - incluindo um redesenho que reduziu o tamanho do prompt de 70 mil para 3 mil tokens, melhorando também a acurácia.
Antes disso, alocado no Banco do Brasil via Cast Group, liderei um assistente corporativo multimodal no Teams, usando LLMs, RAG, reconhecimento de intenção, NL-to-SQL e Microsoft Graph, sobre Azure. No BTG Pactual, sete projetos de automação em quatro meses retornaram cerca de 368h/ano. Na Caixa Econômica Federal, ao longo de 17 anos, estruturei uma operação BNDES Exim de US$ 100 milhões que pagou a implementação completa de uma agência já no primeiro ano.
Em todos os papéis em GenAI, segurança sempre foi preocupação central: defesa contra prompt injection, isolamento de sessão, uso seguro de ferramentas. Hoje, estruturo esse trabalho sob NIST AI RMF 1.0, ISO/IEC 42001:2023, OWASP LLM Top 10 (2025), OWASP Agentic Top 10 (2026), NIST SP 800-53r5, CIS v8.1 e MITRE ATLAS, além da implementação corporativa (ZDR, inspeção de prompts, controle de tráfego, storage, LGPD, AML/PLD). O objetivo é uma IA que se sustente sob auditoria, escala e pressão.
Também foco em preparar as organizações para usar IA: desenvolvo treinamentos, playbooks e materiais que engajam áreas técnicas e não técnicas, porque uma arquitetura robusta não significa nada se as pessoas que a operam não a compreendem.